poesia e prosa

Trem bala

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Os dias e as horas cismam em passar devagar, e os devaneios que me cercam fingem ser coisas más.

Os minutos que cercam as horas demoram e ao contar, me perco em pensamentos que latejam o cérebro. Vivo em harmonia, mas nem sempre.

Sou poeira no universo que desliza sobre o mais profundo vaguear. Nas horas olho mas não enxergo, só vejo um gato em cima do muro e o mundo errante no escuro.

Luzes que brilham e sapatos que sapateam, vou assim nessa brisa, só estou aqui a passeio.

E nesse trem bala que teima em não voltar, ando e espero, só pero e pero e ele não chega…

 

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